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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Filtro Canister Caseiro

Precisando de uma idéia para montar um filtro caseiro? Veja um projeto de filtro canister caseiro bastante interessante.
Este filtro é da autoria do amigo SIG Ornamentais Peixes, cujas fotos estão postadas também no respectivo perfil do Google+.
A idéia é bastante simples e funcional. Projeto fácil de ser executado, apesar da falta de informações mais detalhadas.
Acompanhe algumas fotos do projeto:
Filtro Canister Caseiro - Detalhes
Filtro Canister Caseiro - Detalhes

Filtro Canister Caseiro - Detalhes
Filtro Canister Caseiro - Detalhes
Observando as duas fotos acima, podemos perfeitamente ter uma idéia do filtro, conforme for dimensionar o tamanho deste de acordo com o nosso critério e assim obter uma melhor eficiência na sua filtragem mediante o aumento das mídias filtrantes.
Na foto adiante, podemos ver a foto da bomba submersa que foi utilizada no projeto, ou seja, uma Sarlobetter 650. Esta bomba possui uma vazão de 650 L/h.
Caso venha a utilizar este modelo de bomba, sugiro ler o manual da própria bomba que se encontra no link indicado acima. Neste manual você poderá ter uma melhor idéia do seu funcionamento, medidas, manutenção, etc.
Filtro Canister Caseiro - Bomba
Filtro Canister Caseiro - Bomba
Adiante você poderá observar a bomba já instalada com detalhe do posicionamento da mangueira destinada ao regulador de ar (da própria bomba) e do fio elétrico para alimentação da mesma.
Filtro Canister Caseiro - Bomba
Filtro Canister Caseiro - Bomba
Uma idéia interessante é a utilização de “prensa cabo”. Pois assim fica mais fácil de efetuar o isolamento dispensando o uso de cola de silicone.
Filtro Canister Caseiro - Bomba
Filtro Canister Caseiro - Bomba
Adiante você pode observar o filtro montado pronto para o uso. Observe o registro de entrada de água muito útil em uma eventual necessidade para evitar fluxo de água ou então para ajustar a vazão desta.
Filtro Canister Caseiro - Montado
Filtro Canister Caseiro - Montado
Observe também que a conexão das mangueiras de entradas de água proveniente do aquário e a de saíde permitem que sejam conectadas permitindo o seu perfeito isolamento. É claro que para que isso ocorra o ideal é usar mangueira mais fina que a conexão para que esta seja encaixada com bastante pressão.
Filtro Canister Caseiro - Montado
Filtro Canister Caseiro - Montado

Filtro Canister Caseiro - Montado
Filtro Canister Caseiro - Montado
Adiante você poderá ter uma idéia do projeto completo do filtro.
Observe que foram utilizados grade (grelhas) de ralos para a separação das mídias filtrantes. Que o diâmetro da mangueira de entrada deverá ser maior que o da saída (retorno).
Filtro Canister Caseiro - Projeto
Filtro Canister Caseiro - Projeto
A única observação a ser feita é quanto a ordem das mídias filtrantes. Eu prefiro usar a seguinte seqüencia: filtragem mecânica (lã de perlon), filtragem química (carvão ou purigen) e filtragem biológica (cerâmicas). Estou me referindo ao sentido da água (entrada e saída).
Porque? Primeiro eu prefiro barrar todas as sujeiras de tamanho maior usando a lã de perlon. Após isso a água já não mais terá tanta sujeira quando ela irá passar pelo carvão e por final pela cerâmica.
Se você colocar a lã na saída do filtro o dia em que houver necessidade de uma melhor filtragem de sujeiras provocadas por uma manutenção mais agressiva (sifonagem, poda, ect) você acaba entupindo a filtragem química e biológica de sujeira!
O segredo é usar uma quantidade boa de lã de perlon trocando ou lavando a mesma de tempos em tempos. Você além da lã pode usar espumas de várias densidades.
Esta aí uma boa idéia para você montar um excelente filtro canister caseiro para seu aquári

Mensagempor Alexandre Altieri em 18 Abr 2006, 15:25
Versão Horizontal Canister Caseiro.

Como tinha prometido a alguns postas atrás, ai vão as fotos da caixa d'água da namorada de meu primo Eduardo (usuário edaltt)...

Essa caixa d'água permanecia com a água extremamente verde, sendo que eu até tinha oferecido o filtro UV, mas não foi necessário, ele montou um canister como o deste tópico, porém, usou bomba better 2000, flanges nas extremidades, corpo do filtro com aproximadamente 80cm e deixou na horizontal...

A água simplesmente ficou cristalina, sendo possível enxergar os peixes (o que era difícil antes), inclusive os cascudos no fundo da caixa...

Para suportar o peso do filtro, fez uma peça para sustentação usando tubos e conexões de 20mm...
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Essas madeirinhas foram colocadas para que a tampa da caixa não fizesse peso no tubo que suga a água...
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Ele vai me mandar fotos da caixa "antes", assim que receber eu posto para comparação...

Mais que comprovada a eficiência da bomba B2000 dentro do tubo de 150mm :D ...

Edit:Fotos antes para comparação:
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Até mais.

Novo canister caseiro

Moderador: Equipe AqOL

Novo canister.

Mensagempor Alexandre Altieri em 03 Dez 2005, 14:46
Edit: Modelo montado na horizontal com bomba de 2000L/H na página 16.
Edit: Demonstração da manutenção do filtro na página 31.
Edit: Substituição das mangueiras na página 66.

Beleza.

Montei mais um canister e ai vão as fotos dele pronto. (Obs – Para quem possa interessar, depois das fotos do canister tem o material e o passo a passo, coloquei somente o link das fotos para não sobrecarregar o tópico).

Canister com tubo de 150mm de diâmetro, 60cm de altura (aproximadamente 10L), bomba submersa de 650L/H interna, localizada na tampa do filtro.

Teste de vazão com canister vazio (sem material filtrante), em aquário de 30cm de altura sobre uma superfície a 90cm de distância do chão = 564L/H - perda de 13,25% de vazão (9,4 L/Minuto) - 60cm de distância da bomba para o topo da coluna d'água.

Teste de vazão com canister cheio (com 1kg de anéis de cerâmica e 30cm X 1m de perlon enrolado tipo rocambole), em aquário de 30cm de altura sobre uma superfície a 77cm de distância do chão = 522L/H – perda de 19,7% de vazão (8,7 L/Minuto) - 60cm de distância da bomba para o topo da coluna d'água.

Para iniciar o funcionamento basta sugar pelo retorno de água, o filtro se encherá e encherá também as mangueiras até o nível da água do aquário.

CANISTER PRONTO:
Entrada de água por baixo do filtro:
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Retorno da água por cima do filtro:
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Fechos para fechar o canister hermeticamente:
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Corpo do filtro sem as mangueiras e sem a bomba:
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Mangueiras de 25mm tipo traquéia conectadas por conector rápido:
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Sugador de água conectado à mangueira pelo conector rápido:
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Mesmo sistema de conexão para o retorno de água ao aquário:
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Filtro funcionando com mangueiras de 60cm para o retorno e de 1,10m para captação de água, sugador e retorno de água presos por ventosas:
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Sistema de retorno para evitar muita turbulência:
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Vazão melhor que a esperada :D :
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Edit: Imagens atuais do filtro, com mangueiras tipo cristal:
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MATERIAL:
Clique no link para visualizar a foto:

01) 3 anéis de vedação de 25mm - grosso;
02) 6 anéis de vedação para parafuso de 1/8;
03) 1 anél de vedação para cap de 150mm;
04) 1 bomba submersa 650LH;
05) 3 pedaços de borracha de câmera de ar para vedação dos fechos por fora;
06) 4 braçadeiras para mangueira de 25mm;
07) 2 caps de 150mm com bolsa para anel de vedação;
08 ) 2 caps de 20mm usados para segurar o ralo dentro do filtro;
9) 4 conectores rápido de 3/4" (tipo de mangueira, para mangueira de 25mm);
10) 50cm de cordão de borracha de 3,5mm;
11) 3 fechos;
12) 2 joelhos de 20mm soldável/soldável;
13) 1 joelho de 3/4" roscável/roscável;
14) 2 joelhos de 25mm roscável/soldável e 2 redutores (Bucha de redução soldável curta) de 25mm/20mm;
15) 1 luva roscável de 3/4";
16) 1,7m de mangueira tipo traquéia de 25mm (OBS: As mangueiras traquéias foram substituidas por mangueira cristal devido a ressecamento - fotos na página 66);
17) 11cm de mangueira atóxica de 20mm;
18 ) 1 cap de 20mm;
19) 5 nípel de 3/4";
20) 6 parafusos 1/8 de 2cm, 6 parafusos 1/8 de 1cm, 12 porcas p/ 1/8 e 12 arruelas p/ 1/8;
21) 1 prensa cabos de 3/4" e 1 nº 9 (para o fio da bomba);
22) 1 ralo de 150mm;
23) tecnil para suspender os fechos até a altura da bolsa do cap/tampa do filtro;
24) tubo de 20mm (tamanho do sugador);
25) 70cm de tubo de 150mm;
26) 3 ventosas grandes;
27) 1 T de 20mm.

MONTAGEM DO CORPO DO FILTRO:
Clique no link para visualizar a foto:

Para tampar o filtro usei apenas o cap com o cordão de borracha colado por dentro (detalhes a frente), o cap é pressionado contra o tubo - corpo do filtro - pela ação dos fechos, e a pressão do tubo contra o cordão de borracha dentro do cap garante o fechamento hermético, mas para isso é necessário que o tubo esteja com as bordas totalmente no mesmo alinhamento...

Para deixar as bordas no mesmo alinhamento usei uma folha de papel. Enrolei o papel próximo à borda do tubo e alinhei as bordas da folha, ficando a folha de papel como uma marcação exata de alinhamento:
foto 01

Marquei com canetinha hidrocor as diferenças de alinhamento na borda do filtro tendo a folha de papel como guia:
foto 02

Depois de marcado basta retirar a folha que a marcação será visível de onde as bordas estão desalinhadas:
foto 03

Basta usar grosa e lixa para “comer” os locais marcados para que tenhamos a borda do filtro totalmente alinhada:
foto 04

Para conseguir fazer o furo de entrada de água perfeito, risquei a circunferência, fiz um furo menor e fui aumentando com grosa, lima e lixa:
foto 05

O furo foi feito 0,5cm acima do espaço a ser ocupado pelo cap inferior, no meu caso 7cm da borda de baixo:
foto 06

Como usei tubo tipo reciclável, que é mais barato, tive que pintar o tubo para esconder as imperfeições, pintei de opalescente:
foto 07

No mesmo alinhamento do furo de entrada de água, colei dois caps usados (pode-se usar outra coisa que segure um ralo de 150mm, o ralo servirá para que o material filtrante fique acima do furo de entrada de água):
foto 08

No furo de entrada de água coloquei um nípel de 3/4", com um anel de vedação por dentro e outro por fora (obs – nesta foto o centro do nípel está para o lado de fora, porém ele fica para dentro do tubo):
foto 09

Conectei o joelho de 3/4" roscável/roscável no nípel e apertei até ficar bem preso:
foto 10

Visão da parte inferior do corpo do filtro, com os caps usados e com a entrada de água praticamente pronta, estes três pontos segurarão o ralo que será apoio para o material filtrante:
foto 11

Para usar o ralo, fure o centro e corte as bordas até que ele caiba no tubo de 150mm:
foto 12

Corpo do filtro visto de cima já com o ralo dentro (ralo é removível):
foto 13

Para tampar a parte de baixo do corpo do filtro usei um cap com anel de vedação:
foto 14

Visão de como ficou tampado:
foto 15

Parte inferior do corpo do filtro já tampada:
foto 16

Para possibilitar a conexão da mangueira, coloquei um nípel no joelho de 3/4" roscável da entrada de água:
foto 17

Material para colocação dos fechos:
foto 18

Coloquei o cap no tubo sem o cordão de borracha e marquei onde o fecho ficaria fechado, para isso, a alça do fecho da tampa já estava afixado, com essa marcação furei o tubo de 150mm no lugar certo. De dentro para fora, coloquei os parafusos, arruelas e o anel de vedação de 1/8:
foto 19

Visão dos parafusos por dentro do tubo:
foto 20

Por fora do tubo, coloquei os pedaços de câmara de ar com furos pequenos para os parafusos passarem apertados, as borrachas são do tamanho do retângulo de tecnil:
foto 21

O tecnil deve ser da grossura da bolsa para anel de vedação do cap, deixará o fecho na altura da bolsa, onde a outra parte do fecho é colocada. Deve ser cortado do tamanho da parte furada do fecho:
foto 22

Para facilitar a furação do tecnil eu colei no fecho com superbonder:
foto 23

Tecnil furado:
foto 24

Visão do fecho sobre o tecnil furado:
foto 25

Coloquei os fechos nos parafusos:
foto 26

Restando somente apertar as porcas para prender os fechos (na foto tem arruelas, mas não as deixei, deixei só porcas mesmo):
foto 27

Reforcei a superfície de contato da tampa com o tubo, colando dentro do tubo de 150mm mais um pedaço de tubo cortado longitudinalmente do tamanho exato, ficando então uma boca com tubo duplo (obs - este pedaço de tubo interno poderia ficar maior, abrangendo o local onde será furado para passar os parafusos dos fechos):
foto 28

Para melhorar a vedação por dentro do tubo de 150mm passei silicone nos parafusos:
foto 29

MONTAGEM DA TAMPA DO FILTRO:
Clique no link para visualizar a foto:

Primeiramente marquei os locais com a rosca dos prensa cabos, de forma que a bomba ficasse de um lado (prensa cabos menor) e a saída de água de outro (prensa cabos maior), então furei com uma broca menor e fui acertando com grosa, lima e lixa, para que os furos ficassem perfeitos:
foto 30

Medi a circunferência da tampa pelo lado externo, dividi por três e fiz os furos das alças dos fechos, afixando-as com parafuso de 1/8 de 1cm e arruelas:
foto 31

Visão externa:
foto 32

Visão lateral:
foto 33

O prensa cabos de saída de água (3/4") deve ser colocado de forma invertida, com a parte de aperto por dentro:
foto 34

Com um anel de 25mm para vedação, conecte a luva de 3/4" com rosca na parte inferior do prensa cabos de saída da água:
foto 35

Visão do espaço de fluxo de água:
foto 36

O prensa cabos do fio da bomba é colocado de forma normal, usei silicone para vedar por fora pois na primeira montagem este foi o terceiro ponto de vazamento, agora não vazou mais:
foto 37

Visão interior com os prensa cabos colocados:
foto 38

Visão exterior com os prensa cabos colocados:
foto 39

Passei silicone ao redor do interior do cap para colar o cordão de borracha:
foto 40

É melhor colar sem os prensa cabos:
foto 41

Interior da tampa com os prensa cabos e com o cordão:
foto 42

Por precaução, passei silicone por dentro para vedar os parafusos da tampa também:
foto 43

Conectei um nípel de 3/4" na luva com rosca, onde será conectada a mangueira:
foto 44

Tampa pronta sem a bomba:
foto 45

Usei mangueira atóxica por ter as paredes mais grossas:
foto 46

O que permite mais flexibilidade que a mangueira cristal comum (direita é a cristal comum):
foto 47

Cortei o fio da bomba para passar pelo prensa cabos:
foto 48

Coloquei o pedaço de mangueira atóxica na bomba:
foto 49

E também no prensa cabos de saída de água:
foto 50

Detalhe do fio da bomba “remendado”:
foto 51

Visão da tampa pronta com a bomba:
foto 52

A mangueira atóxica não deformou:
foto 53

Tampa pronta com a bomba:
foto 54

MONTAGEM DAS MANGUEIRAS:
(Obs: As mangueiras traquéia foram substituidas por mangueira cristal devido a ressecamento - fotos na página 66)
Clique no link para visualizar a foto:

Para montar as mangueiras, considerei para cortá-las, a altura do filtro e altura da entrada de água, ficando a mangueira do sugador com 1,10m e a do retorno de água com 60cm. Coloquei os conectores rápidos em cada ponta e apertei com as braçadeiras:
foto 55
Novas mangueiras: Foto 56

MONTAGEM DO RETORNO DE ÁGUA:
Clique no link para visualizar a foto:

Seqüência de montagem para o retorno de água (nípel onde o conector é colocado, joelho de 25mm roscável/soldável, redutor p/ 20mm, joelho de 20mm e T de 20mm), furei o T e coloquei uma ventosa para que ele se fixasse à parede do aquário:
Obs. a junção do joelho de 20mm e do redutor de 20mm é feita com um pequeno pedaço de tubo de PVC de 20mm.
foto 57

Retorno de água pronto com o conector rápido colocado para se ter uma idéia:
foto 58

MONTAGEM DO SUGADOR DE ÁGUA:
Clique no link para visualizar a foto:

Seqüência de montagem para o sugador de água (nípel onde o conector é colocado, joelho de 25mm roscável/soldável, redutor p/ 20mm, joelho de 20mm, tubo de 20mm furado para entrada de água, cap de 20mm), fiz um tipo de braçadeira para colocar a ventosa, para que o sugador se fixasse à parede do aquário, originalmente era de PVC marrom o sugador e as braçadeiras das ventosas, mas troquei por PVC de eletroduto cor preta:
Obs. a junção do joelho de 20mm e do redutor de 200 é feita com um pequeno pedaço de tubo de PVC de 20mm.
foto 59

Sugador montado sem as ventosas:
foto 60

Para montar as braçadeiras das ventosas usei apenas dois pedaços de tubo de 25mm cortados longitudinalmente para abraçar o sugador e furados para prender as ventosas:
foto 61

Braçadeiras prontas:
foto 62

Sugador pronto já com as braçadeiras :
foto 63

Edit: NOVO SUGADOR (30MAR07): Montei um novo sugador, utilizando a ponta do eletroduto de 1/2" pois o mesmo tem rosca, o que facilita na hora da limpeza do sugador, além disso incluí um registro no sugador para que facilite a retirada do aquário, facilitando a manutenção, ficando assim a seqüencia de montagem: nípel onde o conector é colocado, luva soldável/roscável de 25mm, pedaço de PVC para unir a luva ao registro, registro esfera 25mm soldável, pedaço de PVC para unir o registro ao joelho de 25mm soldável/soldável, joelho de redução de 25mm para 20mm soldável/roscável (parte roscável de 20mm), ponta de eletroduto preto com rosca de 20mm.
Seguem os links das fotos:

Sugador montado (falta o nípel para conexão rápida):
foto 64

Detalhe do registro:
foto 65


Obs – Na primeira montagem o tubo – corpo do filtro - não tinha dupla camada de borda, não tinha silicone vedando o prensa cabos do fio da bomba e não tinha borrachas por dentro e por fora dos furos dos fechos, isso ocasionou 3 pontos de vazamento, que foram sanados com o aperfeiçoamento do projeto. Na primeira montagem também, calculei mal a distância dos fechos, ficando frouxo o fechamento do filtro, por isso tive que colocar mais uma camada de cordão de borracha na tampa, resolveu o problema. Caso alguém monte esse ou outro filtro FVM, não abandone o projeto ao constatar a primeira falha, quase sempre há alguma forma de consertar algum erro e fazer o filtro funcionar...

O canister não ficou barato, porém, ficou bem mais barato que um da mesma vazão industrializado, mas o projeto foi realizado pela satisfação de montar o próprio filtro e vê-lo funcionando tão bem quanto um comprado...

Desculpem-me pela péssima qualidade das fotos, se alguém quiser algum detalhe que não foi mostrado nas fotos ou que eu tire novamente alguma foto que ficou muito ruim, eu posso fotografar, bem como se alguém tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão sobre a montagem, é só escrever...

Até mais.
Editado pela última vez por Alexandre Altieri em 23 Jun 2008, 18:15, em um total de 8 vezes.
Alexandre Altieri
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

[ARTIGO] O método de Desequilíbrios Controlados

Moderador: Moderação Aqualize

[ARTIGO] O método de Desequilíbrios Controlados

Mensagempor rafael.compassi » 19 Set 2011, 11:34
As minhas notas serão marcadas por (*.....).

O Artigo foi traduzido com a autorização pessoal de Christian Rubilar.

Esse método rendeu algumas brigas entre Christian e Tom Barr, pois Tom Barr prega que nutrientes não causam algas, e que Christian diz que sim, mas é a proporção entre eles a causa.

Traduzido por Rafael Compassi



O MÉTODO DE DESEQUILÍBRIOS CONTROLADOS

Por Christian Rubilar

Existe uma relação muito estreita entre adubação, absorção (*uptaking), e algas. O objetivo deste trabalho é explicar como é que essa relação funciona. Mesmo este é um assunto complexo, com um monte de idéias novas, vou tentar ser o mais claro possível.

As idéias que eu vou explicar tinha sido descoberto durante meu trabalho como aquarista e tinha sido confirmado com o feedback positivo durante os últimos 5 anos no mais importante fórum espanhol, então isso não é especulação. O MDC tinha mais de 100.000 reads desde que foi publicado e as algas não são mais um problema para nós.

Acredito que um dos maiores problemas sobre as algas é a confusão. Se ler sobre eles em livros, pode encontrar autores que afirmam que algumas delas florescem (* Bloom) por causa do excesso de NO3 ou PO4. Quando li isso eu entendi que essa pessoa não tem idéia do motivo das algas.

Os métodos mais populares de fertilização não prestam atenção suficiente para as algas. Alguns deles focam a atenção no CO2, outro afirma que ao alcançar o equilíbrio irá resolver o problema. Isso simplesmente não acontece!

Por outro lado, o EI afirma que proliferação de algas é devido à falta de CO2, Luz ou fertilização. A idéia é bem orientada, mas incompleta.

CO2 adequado e luz são muito básicos, por isso prefiro trabalhar com eles como pré-requisitos.

Sobre a falta de nutrientes, o EI afirma que proliferação de algas é devido à falta de um nutriente e propõe adicionar esse macro / micro para resolver o problema. Eu discordo com esta abordagem. Nas páginas a seguir vou explicar por que.

I. INTRODUÇÃO

A. Background

Alguns anos atrás eu estava trabalhando com uma empresa que desenvolve um fertilizante para aquário. Quando tivemos o protótipo pronto, eu me preparei 5 aquários plantados de luz e CO2 altos, apenas para testar combinação diferente de superdosagem deste produto. Eu combinei isso com PO4, KNO3, Fe, etc., procurando por florescimento de algas.

Descobri que existe uma relação entre certos desequilíbrios e certas algas. Por outro lado, quando eu tentei a solução que o método EI e outros propõem, eles simplesmente não funcionaram.

Eu também confirmou que quando você acabou de adicionar KNO3, o PO4 chega a zero e a GSA (* Green Spot Algae – alga ponto verde) floresce. Descobri que sob esta condição de água, outras algas param de se aparecer ou morrem. Chamei-o de protocolo KNO3 genérico, que é a principal ferramenta que vamos usar com o MDC.

B. O que é exatamente o MDC?

O MDC nasceu como um método de controle de algas.
Eu descobri que quando CO2 e Luz são altos o suficiente e você tem um problema com algas, isso está relacionado a um desequilíbrio entre os nutrientes.

Existem relações estreitas entre eles e é fácil de resolver qualquer problema de algas quando você entender como eles funcionam. Eu uso o conceito desequilíbrio, porque falar de excesso ou falta é incompleto. Quando você usa o termo excesso ou falta, você está falando de um macro / micro nutriente, sem qualquer relação com nada mais.

A velha escola afirma que por causa da proliferação de algas é o excesso de nutrientes, principalmente PO4. O EI afirma que a falta de nutrientes é a causa das algas. Nenhum deles está completamente errado. Algumas vezes é uma falta, outras vezes é um excesso, depende.

Isso não é importante - a combinação de macros / micros que preparamos no frasco de fertilizante, a coisa realmente importante é a absorção pelas plantas e o que é deixado em água.

A abordagem MDC dos fertilizantes usa algas para descobrir as taxas de absorção e propor a desenvolver um regime de fertilização para cada aquário.

É impossível padronizar um regime de fertilização. Luz e CO2 são muito superestimados, a principal variável é a combinação das plantas. Existem algumas plantas com prioridade de absorção PO4, NO3, Fe, Ca, etc., mas a maioria delas não tem necessidades especiais.

Por exemplo, a Glossostigma elatinoides tem prioridade de absorção de NO3. Isso significa que se você não adicionar o suficiente KNO3 você provavelmente terá problemas com cianobactérias. Se você tem um prado de Marsilea crenata e você não acrescentar o suficiente PO4 você terá problemas com a GSA. Anubias e microsorums são plantas consumidores com prioridade de PO4 também.

A idéia por trás do MCI é que se temos CO2 o suficiente e luz, podemos usar as plantas como o filtro do aquário e podemos induzir alterações químicas que nos ajuda a ter um aquário livre de algas, ao mesmo tempo podemos ter uma boa / alta taxa de crescimento. Em alguns casos, por exemplo, um aquário com discos, devemos escolher plantas consumidoras prioritárias de PO4, como Marsilea crenata, a fim de procurar um equilíbrio a longo prazo.

O MDC começa a funcionar com KNO3, baixos teores de Fe (0,1 PPM) e sem adicionar PO4 / sulfato de potássio. Mas este é apenas o início, algas lhe dirão se você precisa adicionar PO4 e quanto. Vou explicar-lo corretamente mais tarde.

Se você vem do PPS ou EI, antes de começar a usar o MDC você deve diminuir a quantidade de PO4 e Fe em sua água, caso contrário, o protocolo de KNO3 genéricos vai levar várias semanas para produzir PO4 zero e as plantas vão sofrer muito para falta de micros / Fe, etc.


C. Metodologia

O método que eu proponho funciona apenas sob certas condições de luz/água/plantas/CO2. Por esta razão eu vou explicar-lo corretamente.

Mesmo quando você olha para as informações sobre algas, você pode encontrar um monte de possíveis causas para cada uma delas (excesso de fluxo de água, excesso de luz, etc.), vou me concentrar na variável-chave. A que você muda e que o problema está resolvido.

Às vezes o problema é a química da água da torneira. Por essa razão vou dedicar um capítulo para explicar os problemas mais comuns.

É muito importante que você não misture métodos e se você esquecer tudo o que você sabe, melhor. Descobri que algum dos conhecimentos que temos é incompleto, errado ou apenas uma interpretação indevida de fatos, experiências ou estudos.

Acredito que o mal-entendido sobre as algas é relacionado com a utilização, por analogia, do conhecimento de plantas hidropônicas e cultivos terrestres. Algas não existem fora da água, então eles não tem sequer que pensar sobre elas. Plantas são bastante flexíveis quanto à absorção. Não importa qual método de fertilização que você escolheu, eles serão mais ou menos ok. No entanto, as algas podem aparecer e a má teoria, geralmente, é a responsável.

Por exemplo, todo mundo lê sobre a proporção Ca: Mg de 4:1. Esta é uma relação de estudos terrestres. Sob a água esta relação produz vários problemas relacionados com algas. A relação que funciona melhor é exatamente o oposto 1:4.

O K também é um problema. O K é necessário, sem dúvida, mas mais não é melhor sob a água. Se você adicionar K demais, o NO3 pode chegar a zero e você estará com problemas.

Minha idéia básica é a de descobrir as regras debaixo d'água, geralmente elas são diferentes, por isso, todo o "conhecimento científico" de cima da água tornou-se inútil, problemáticos ou abertos ao debate. Mas não há nada que podemos afirmar que seja um fato científico incontestável. Eu testei por mim mesmo as regras que você conhece de outros métodos, confirmei alguns deles, e refutei muitos deles. Às vezes, com os mesmos fatos, eu fiz uma interpretação diferente que funciona melhor. Mas eu nunca tento forçar os fatos quando uma declaração não está funcionando. Uma declaração que não funciona deve ser abandonada, porque é teoria ruim.


II. O MÉTODO DE DESEQUILÍBRIO CONTROLADO

Quando há um equilíbrio no aquário, as plantas crescem adequadamente e você não tem algas. Você pode alcançar este objetivo com qualquer método de fertilização.

Infelizmente lidamos com um equilíbrio dinâmico que envolve muitos fatores sobre os quais temos mais incertezas do que certezas. Neste sentido eu acho que a melhor maneira de entender a nossa situação é com uma analogia: um cego que se move acima da calçada com a bengala. Se esta é sua primeira vez andando por esse caminho, há poucas coisas que ele pode dizer com certeza. O cego sabe que a rua está à sua direita e a parede é à sua esquerda. Mas o fato é que ele não tem idéia sobre o quão alto está o prédio e não faz sentido tentar encontrá-lo. Para fins práticos, essa pessoa pode estar cega, tateando o chão com sua bengala até que ele encontre a parede à sua esquerda e de lá ele pode começar a andar e chegar ao seu destino sem se perder porque, embora ele não tenha a capacidade de ver, ele pode usar a parede como guia.

No aquário, temos toda uma série de variáveis dinâmicas que não sabemos, mas, como o cego, podemos escolher entre a parede e a rua. Na minha opinião, e isso é completamente arbitrário, o muro, a segurança, são as GSA (*Green Spot Algae).

Assim, nosso alvo usando o "Método de Desequilíbrio controlado" não vai ter GSA, mas sim gerar um equilíbrio dinâmico em que podemos prever qual será o possível desequilíbrio que possamos ter. A idéia é gerar uma química da água próxima a GSA, porque a correção é tão simples como seguro para a saúde e estética do nosso aquário.

Mesmo essa idéia pode soar um pouco estranho para você, o fato é que todos os métodos de fertilização teve uma tendência a uma certa química da água, mas eles não percebem isso. O EI, por exemplo, tem uma tendência a Green Dust Algae (*Alga Poeira Verde) (um desequilíbrio relacionado a uma relação inadequada entre Ca: Mg e muito PO4).

No entanto, o que acontece se algum desequilíbrio inesperado ocorre e as algas proliferam?
Existem algumas respostas possíveis. Procurando restabelecer o equilíbrio como objetivo imediato não funciona.
Adicionando mais fertilizantes, também não, só às vezes.

Seguindo a analogia do homem cego, devemos olhar para a GSA (* alga ponto verde), porque quando chegamos nela, sabemos onde estamos da mesma forma que encontrar a parede com a bengala. A química de uma água amigável à GSA é um deserto de outras algas e a GSA é fácil de remover adicionando uma pequena quantidade diária de PO4 (Protocolo do PO4).

As vantagens desta abordagem metodológica são múltiplas. Primeiro, como o cego apalpando a parede, o número de variáveis em jogo são infinitas, mas aqueles sobre os quais trabalhamos são extremamente limitadas, o que nos permite uma fácil interação com eles.


III. PRERREQUISITOS

O MDC utiliza as plantas como um catalisador para quase qualquer desequilíbrio que ocorra no aquário. Porque há tantas variáveis envolvidas, que vão desde a qualidade da água, a combinação de plantas, peixes, luz, entre outros, vou tentar padronizar certos requisitos básicos, sem os quais se torna difícil manter um aquário saudável.

Neste sentido, este método assume uma luz de pelo menos 1 watts por litro, CO2 entre 25 a 35 PPM e que há bastante plantas de crescimento rápido (com apenas Echinodorus este sistema não funciona).

1. Iluminação. Generalidades

Quando me proponho a usar a regra watts/litro estamos sendo tão claros como inexatos. Existem muitas outras maneiras de calcular iluminação, lumens, par, etc. Acredito que a "precisão" sobre a luz é apenas uma ilusão. Há muitas variáveis em jogo e se torna o assunto muito difícil de entender.

Por esta razão, vou propor as regras watts/litro com algumas correções, a fim de procurar mais precisão sem perder a clareza.

Em geral, se diz que as plantas necessitam de pelo menos 0,5 watts/litro, e na verdade isso deve ser lido como o mínimo absoluto para as plantas de baixas exigências sobreviverem e crescer. No entanto, nosso objetivo é um pouco mais ambicioso, porque eu quero induzir um metabolismo trabalhando em uma taxa de 100%, que é por isso que recomendamos 1 w / L, no mínimo. No entanto, o feedback dos últimos dois anos verificou-se que muitas pessoas têm usado com sucesso este sistema com aquários menos iluminados (até 0,1 watt / L). De qualquer forma, recomendamos melhorar a iluminação.

Como eu previa, esta regra tem algumas correções simples:

1) A regra watt / L só funciona em aquários de até 45 centímetros de altura. Para definir a altura do tanque, medir a altura do vidro do aquário (altura em bruto) e não a altura livre (altura da coluna de água). Fluorescentes tem pouca penetração na água, e se não usar esse corretivo podemos cometer o erro de acreditar ter luz apropriada com um aquário de grande profundidade. Em casos de aquários profundos, recomendamos o uso de HQI.

2) Na parte da frente do aquário que você deve usar PLs (*lâmpadas em forma de “U”), a fim de fornecer luz adequada para plantar no fundo, como Glossostigma elatinoides, Echinodorus tenellus, etc. A vantagem sobre as PL é que você tem duas ou três vezes mais luz no mesmo espaço.

3) A terceira correção é sobre a qualidade da luz. Nós normalmente recomendamos o uso, na parte de trás para frente, grolux, 842 (* 4200K), 954 (5400K). As plantas carpete (glosso, HC, etc.) exigem quantidade em vez da qualidade da luz. Por este motivo você pode usar 865 (*6500K) em vez de 954 ou HQI.

2. Qualidade da água

Inicialmente, a MDC não possuía esse capítulo, mas a partir do feedback veio a necessidade de dar a este assunto o seu próprio espaço. Nunca subestime a sua importância, mas eu estava ciente da enorme variedade de composição química que temos em todo o mundo e eu preferi não generalizar. O feedback me permitiu identificar problemas específicos que vou descrever brevemente neste capítulo.

a. Uma das questões mais freqüentes está relacionada com a superpopulação. Excesso de peixes, camarões ou Melanoides podem produzir amônia suficiente para produzir algas filamentosas verde. Neste caso, os testes podem ter um falso negativo, eles não são confiáveis porque eles lêem apenas a amônia que as algas não absorveram.

Reduzir a população é essencial. Às vezes, aumentando a filtração biológica ajuda a longo termo.

O uso de zeólita é a melhor opção. Normalmente, este é comercializado como removedor de amônia para adicionar ao filtro. Existem outros produtos que produzem o mesmo efeito.

b. A partir do feedback e minha própria experiência quando eu estava em Annapolis, descobri que, geralmente, a amônia vem com a água da torneira. Testar a água da torneira antes de cada troca da água é uma boa idéia quando o aquário ainda é "jovem" e sem plantas suficientes.

c. Há alguns lugares onde a água da torneira é dura e com um desequilíbrio natural relacionadas com carbonato de cálcio. Barcelona é um desses casos, o Brooklyn outro. Nestes casos nós vamos lidar com dois problemas. A alta interferência do KH na dissolução de CO2. Cálcio demais produz um ambiente fértil para algas vermelhas (veja o capítulo de algas).

Uma solução óbvia é usar 50% de água de torneira /50% deionizada ou de RO (*osmose reversa) nas trocas da água.

d. A poluição é um problema e não vai melhorar. Muitas áreas do México, Brasil e estado de Buenos Aires (argentina) têm problemas com os níveis de NO3, com mais de 45 PPM na água da torneira. A água de boa qualidade não deve ter mais que 10 PPM.
Se a sua água tem este problema há algumas opções diferentes.

A mais óbvia é a utilização de água de RO.

Uma segunda opção é a utilização de água da chuva e mesclá-la com a água da torneira.

Uma terceira opção, se você tiver espaço suficiente, é ter um reservatório de água com plantas emersas.

As bases do MDC é o uso do KNO3. Em casos que não podemos não podemos fazê-lo, sulfato de potássio é uma opção. Carbonato ou bicarbonato potássio outro.
Mas devemos esquecer a recomendação usual sobre o quanto a acrescentar.
Se o uso de apenas KNO3 é tão estável, então devemos usar esta regra pragmática. A relação NPK no KNO3 é 1/0/0,5 Então, se temos 40 PPM de NO3, devemos acrescentar a metade desta quantidade de K, que significa 20 PPM.

e. A água da torneira pode também contém um excesso de PO4. Isso acontece quando eles (* Estações de tratamento) filtram a água e acrescentam polifosfatos para proteger os filtros. Isso acontece quando a água vem do mar ou que contêm naturalmente algum tipo de veneno em níveis baixos, como arsênico. Este é o caso da água da torneira em NYC. Ele contém 3 PPM de PO4. (*a água de poço também pode conter PO4. Onde moro a água de poço contém 2ppm de PO4.).

Melhor se usar água RO.

Mesmo essa água é complicado, se você escolheu plantas corretamente, você pode facilmente ter um aquário estável. Se você tem um carpete de Marsilea crenata e a água da torneira vem com 3 PPM de PO4, então você provavelmente terá PO4 o suficiente para alimentá-las. Se você tem alguma GSA de qualquer jeito, então você deve adicionar um pouco de PO4 extra, eu explicarei corretamente no capítulo fertilização. Eu tinha um aquário com um carpete de Marsilea crenata com a absorção de 4-5 PPM de PO4 semanais.
Anubias, microsorums e cryptos são uma boa opção também.

f. Às vezes a sua água é realmente complicada. Você pode ter um desequilíbrio relacionadas com Ca e PO4, ao mesmo tempo. A de NYC é assim. As GDA serão um problema e a teoria do EI (*Estimative Index) sobre isso simplesmente não funciona. Vou explicar no capítulo controle de algas como lidar com esta questão.

g. Às vezes a água da torneira tem muito enxofre. Nestes casos, se você adicionar sulfato de potássio que você terá problemas com algumas algas específicas. Utilizando 50% da água RO e apenas KNO3 em vez de sulfato de potássio resolve este problema.

h. Eu li no NY Times sobre isso há algum tempo atrás a água da torneira nos EUA pode conter mais de 60.000 poluentes químicos diferentes e a lei que rege o assunto só cuida das questões mais óbvias como o excesso de NO3. Assim, um filtro de RO é um bom investimento, não apenas o se peixe e planta.

3. CO2

Não há necessidade de explicar o quão importante é o CO2, por isso vou tratar apenas dos tópicos problemáticas.

Há gráficos para estabelecer o nível de CO2 na água que usa o pH e KH. O (*sistema) PPS recomenda-o. É um erro. A precisão é tão baixo que as tabelas de pH / KH são inúteis, na verdade, eles são um obstáculo. Na minha experiência pessoal, estes gráficos são úteis apenas para ajudar um iniciante a entender que ele não tem o suficiente Co2 somente quando a falta é enorme.

Na verdade, o principal problema com este tipo de gráficos é que você pode pensar que você tem bastante CO2 quando você não.

Drop Checkers tem o mesmo problema.

Dispositivos eletrônicos não são mágicos, se calibrá-los indevidamente o CO2 será baixo de qualquer maneira. Dispositivos como o Milwaukee usa o pH para parar a injeção de CO2. A maneira mais confortável para calibrá-lo é usando a tabela pH / KH e isso é um erro.

Eu usei teste de laboratório de qualidade para o CO2 (e não marcas padrão para aquários) e eu comparei-os com os gráficos e comportamento de camarões. De acordo com os gráficos meu aquário tinha 90 PPM de CO2, mas peixes e camarões estavam perfeitos. Mas esse teste de CO2 lia 25 PPM.

Eu acredito que a melhor opção é usar um camarão como bioindicador. Proponho um camarão porque eles são mais sensíveis que os peixes. Em 40 PPM real de CO2 eles começam a se comportar de modo estranho: eles tentam fugir. Assim, o procedimento que proponho é passar uma manhã observando o que está acontecendo com o aquário e a cada 30 minutos aumentar um pouco o CO2 até o camarão ficar incomodado. Em seguida, ligamos a bomba de ar ou qualquer dispositivo para oxigenar a água e calibramos o CO2 com dose de 30 minutos antes. Este é o limite real de CO2 que suas plantas podem captação sem arriscar o seus peixes e camarões.

Se você tem um aquário com camarão, então sugiro que quando você chega ao limite, você calibre o CO2 com a dosagem de 30 minutos antes e compense este intervalo com a dosagem de carbono orgânico.

Por exemplo, você adiciona uma bolha por segundo, depois de 30 minutos você aumentar para 2 bolhas por segundo e assim por diante. Quando você adicionar 4 bolhas por segundo o camarão se comporta de modo estranho. Então você oxigena a água e calibra o CO2 em 3 bolhas por segundo.
Se você estiver usando uma Milwakee, você pode calibrar o PH um pouco maior.

No entanto, há um falso positivo. Se você tem discus e eles tiverem com parasitas em suas brânquias, estarão respirando na superfície, mesmo com baixos níveis de CO2. Os danos que os parasitas produzem em suas brânquias é permanente, mas você pode parar (*removendo os parasitas) antes que o dano piore.

Algumas dicas de feedback:

- A distribuição do CO2 é tão importante quanto a sua dissolução em água.
- O difusor cerâmico de CO2 precisa de uma bomba submersa de pequena potência para distribuir as micro bolhas.
- O CO2 deve passar pelo impeller da bomba, em vez do venturi.
- O difusor cerâmico de CO2 geralmente funciona melhor em aquários pequenos.
- Se seu nano é pequeno demais para a menor bomba, você pode ajustá-la a fim de reduzir o fluxo de água assim:

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Em tanques de médio e grande porte, devemos usar um sistema como este ligado a uma bomba de 2.000 l/h: (* esse é um reator em linha para CO2, popularizado nos EUA por Rex Griggs).

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4. TROCA DE ÁGUA

Trocar 50% da água semanalmente ajuda muito a evitar algas.


IV. Abordagem da fertilização do MCD

O MCI é um método de controle de fertilização e algas. Mesmo que tenha nascido como um método de controle de algas, logo o seu potencial de fertilização era óbvio. Outros métodos de fertilização apenas fingir que as algas não existem e não assumem qualquer responsabilidade sobre elas. Eu acredito que as algas e fertilização são duas faces da mesma moeda. Algas nos dão feedback sobre como estamos fazendo. Se há algo de errado eles florescem. Não importa qual método de fertilização você acha que você está usando, assim que você tem alguma experiência, você desenvolve seu próprio método, mesmo que não perceba isso. Mas às vezes há problemas recorrentes que você não consegue resolver, este é um feedback que você deve ouvir. Às vezes você é o problema, às vezes o problema é que você está usando uma teoria ruim. Por má teoria, quero dizer, uma idéia que não funciona e por isso ela deve ser abandonada em vez de inventar explicações pseudo-científicas quando não está funcionando. A GDA é o melhor exemplo. Ainda não há uma explicação muito boa sobre o ciclo de vida desta alga, a solução proposta (em espera) é... como dizer? ... Uma confissão que o autor não tem nenhuma idéia sobre como lidar com ela. Mas este não é o capítulo apropriado para explicar isso, vamos lidar com a fertilização.

1. Generalidades

Sobre micros e Fe, se você adicionar três vezes mais do que suas plantas estão absorvendo, você terá problemas com algas vermelhas e nós presumimos que seu tanque se encaixa nos pré-requisitos que descrevi antes.

Sobre cloreto de cálcio, mesmo pequenas doses pode queimar as folhas das Microsorum. Por esta razão eu não recomendo usá-lo.

A base do MDC é a adubação com KNO3, não só KNO3, este é apenas um início. A dose que eu recomendo como um começo para iniciantes é de 1 grama a cada 200 litros por semana. A idéia é olhar para a captação real de seu tanque, vamos usar o protocolo KNO3 genérico para isso. Consiste em acrescentar esta dose todos os dias até chegar a GSA. Então, a quantidade de KNO3 adicionado é a quantidade semanal de KNO3 que você vai usar, no futuro, a fim de ter a química da água próxima a necessária para a GSA.

Sobre fosfato, como um começo, eu não recomendo usá-lo agora. No entanto, a dose que vou usar para o protocolo PO4 é de 1 grama cada 2000 litros (*dois mil litros).

Sobre dosagem, as balanças eletrônicas são tão baratas nos EUA que eu não encontrar qualquer desculpa para evitar a compra de uma.


b. Esclarecimentos preliminares

Quando falamos de dose semanal, você deve adicioná-la todos os dias. Se você não puder, ao menos divida em três vezes que está ok.

Se eu não especificar isso, eu sempre quero dizer doses semanais.

Use o Fertilator para a adição de ferro e PO4!! Não preste nenhuma atenção a dosagem proposta pelo fabricante.

Se você tiver HQI, então a absorção de KNO3 semanal é 4 vezes maior. A dose inicial deve ser de 4 gramas a cada 200 litros se você tiver bastante plantas.


2. Fertilização avançada


a) KNO3 e PO4

O protocolo genérico de KNO3 será a principal ferramenta para o controle de algas. Vamos usá-lo para descobrir a absorção real de NO3 do nosso aquário.

O protocolo de KNO3 genérico:

1. Primeiro dia trocar 50% de água.
2. Pare toda fertilização.
3. Adicionar diariamente 1 grama de KNO3 cada 200 litros até chegar a GSA.
4. Assim que você alcançá-la ou no sétimo dia, trocar 50% de água.
5. Se a GSA não florescer na primeira semana, após a troca de água, dose duas vezes a quantidade de KNO3 durante esta semana.

Na abordagem de fertilização, este protocolo funciona assim:
Adicionar KNO3 a cada dia, vamos supor que você tenha GSA no 3 dia em um tanque de 200 litros. Então a dose semanal de KNO3 será de 3 gramas divididas em sete dias.

Se o seu aquário é realmente saudável, a quantidade restante de KNO3 na água deve ser baixa. Se o NO3 aumenta, isso significa que você está tendo problemas relacionados com CO2, KH, superpopulação, falta de luz, água da torneira de má qualidade, etc. Nestes casos, você deve verificar os pré-requisitos.

Sobre o PO4, você deve estar se perguntando por que eu "restrinjo" o PO4. Bem, um aquário saudável tem uma tendência normal para faltar NO3 e excesso de PO4. Por esta razão eu sugiro ouça seu aquário e adicione PO4 apenas se você precisar dele. Green Spot Algae e folhas minúsculas são sintomas de uma verdadeira falta de PO4. Por outro lado, sabemos que microsorums, Anubias e Marsilea crenata consomem muito PO4, nestes casos, sabemos que pode precisar dele.

E eu gostaria de esclarecer este assunto. Se dosarmos mais isso não significa que as plantas vão absorver mais. Se estamos adicionando demais estamos confessando que não temos idéia de quanto precisamos. Eu procuro a eficiência.

Eu sei que provavelmente estou limitando os recursos, mas acredito que este conceito de hidroponia não pode ser apenas usado sem qualquer ajuste em culturas submersas. A razão é simples, não estamos lidando apenas com taxa de crescimento de plantas, temos de lidar com as algas também. Assim, a idéia por trás do MCD não é nada de Limite, em vez disso estou procurando pela eficiência. Eu fiz a vida sobre o cultivo das plantas de aquário submersa e eu tinha taxa de crescimento grande com zero de algas. Algas para mim significava a falência, simplesmente assim.

Na verdade, eu estou limitando recursos, mas não o PO4. Eu limito o K. Não quero que o NO3 chegue a zero, se dosarmos muito K podemos alcançar este anti-objetivo.

E a idéia principal é que existem plantas com consumos prioritários. Com este conceito, quero dizer que apenas algumas plantas absorvem um monte de um macro específico e essas plantas vão definir a fertilização.

Se nós precisamos adicionar PO4 porque temos algumas plantas que exigem, nós temos duas escolhas:

1. Pode não haver evidências de falta de PO4 como GSA. Isso acontece quando temos plantas com o consumo de prioridade, mas não suficiente para alterar significativamente a química da água. Neste caso, podemos adicionar um pouco de PO4 sobre as folhas com uma seringa sem agulha. A dose pode ser insignificante em PPM, mas o suficiente se cuidar da absorção, então ele pode ser mais do que suficiente.
2. O segundo cenário é quando nós realmente temos GSA após parar de adicionar PO4. Nesse caso, devemos usar o protocolo PO4 para descobrir a absorção real deste macro. O protocolo PO4 (abordagem do controle de algas: contra a GSA) (Abordagem da fertilização: encontrando o consumidor de PO4) é o seguinte:


1. Primeiro dia trocar 50% de água.
2. Continue adicionando KNO3.
3. Limpe os vidros removendo a GSA diariamente.
4. Adicionar diariamente 1 grama a cada 2.000 litros de PO4 até parar de aparecer GSA.
5. Assim que você chegar a este ponto, ou no sétimo dia, trocar 50% da água.
6. Se a GSA não parou de florescer na primeira semana, após a troca de água a dose 2 vezes a quantidade de PO4 durante a segunda semana e assim por diante.

Assim que chegar ao ponto onde a GSA pare de florescer, usamos esta quantidade semanal de PO4 como fertilização semanal de PO4. Se levou três semanas para descobrir esse ponto, você só pode usar a quantidade da semana passada, você não adiciona o valor das 3 semanas.

b) Ca e Mg (* Cálcio e Magnésio)

A relação 4:1 de Ca: Mg não pode se usar com sucesso sob a água. Quando há muito PO4 na água e você tem um desequilíbrio na relação Ca: Mg, você terá GDA. Na minha experiência, se você adicionar esses macros, a relação deve ser o oposto 1:4 Ca: Mg. A conseqüência imediata desta idéia é que você não pode adicionar muito Ca porque o Mg não pode ser adicionado em grandes quantidades.
Podemos descobrir quanto Ca: Mg precisamos da mesma forma, proponho a fazê-lo com NO3 e PO4. No entanto, eu sugiro você esperar um pouco mais, se você é um novato.

O protocolo de Mg é a seguinte:

1. Primeiro dia trocar 50% de água.
2. Pare toda fertilização.
3. Adicionar 0,3 PPM de Mg diariamente até as algas ".3. RODOPHYTAS SP. 3 " floresça.
4. Em seguida, use o protocolo específico para estas algas que você vai encontrar no capítulo de controle de algas.

Com esses passos simples, você vai saber o quanto você precisa de Mg. Sobre o Ca, basta adicionar 25% do Mg.

Isso não é necessário para chegar a este algas,uma Rotalla wallichi também pode ser usado como um bioindicador, porque derrete quando há Mg demais.

Rotala Macranta é uma planta com consumo prioritário de Ca, por isso vai alterar o consumo de Ca do aquário. Podemos afirmar o mesmo sobre a Ammania gracilis, se esta planta ficar enegrecida, é um sintoma de falta de Ca.

A relação Ca: Mg que sugiro é uma generalização. Plantas consumidores prioritários sempre alteram este tipo de regras, mas usando os passos que eu mencionei e as algas como bioindicadores, como o cego com sua bengala, você pode encontrar o equilíbrio do seu aquário.

Eu não gosto de usar cloreto de cálcio, pois pode queimar as folhas das Microsorum. Geralmente com trocas de água que você adiciona o suficiente Ca. Outra opção se você tiver a água mole com baixo KH é usar aragonita no filtro. Deve ser o suficiente para as plantas com requisitos normais.

Você sabe quando você tem um desequilíbrio relacionadas com Ca, pois você terá algas rodophyta sp.2 (olhar para a foto no capítulo de controle de algas) ou, se você também tem, ao mesmo tempo um desequilíbrio relacionadas com PO4, então você vai ter um problema com GDA.

c) Potássio

Uma das características especiais do MCD é que eu não recomendo o uso de sulfato de potássio. Há algumas razões.

O primeiro é que se você adicionar esse macro, O NO3 será captado e, logo que você chegar a zero você vai ter problemas de algas. O objetivo principal eu acho que é para evitar essa situação. Toda a idéia por trás do MCD é ter uma química da água estável, onde sabemos que estamos sempre perto de GSA. Se somarmos K, essa estabilidade desaparecerá.

Por outro lado, é melhor não adicionar enxofre quando podemos evitá-lo. Oxidação pelas bactérias podem produzir o ácido sulfúrico. Claro, se você adicionar uma grande quantidade de Fe, vai alterar a relação de redox e esse problema é neutralizado, mas é mais simples apenas limitar a adição de enxofre.

Se você tiver água dura, você provavelmente já tem mais que o suficiente de enxofre e adicionando mais com a fertilização pode produzir algas Grey Long Hair (*filamentosa cinza) (Veja o capítulo de controle de algas).

K é necessário, sem dúvida. Mas na minha experiência, com o pouco K adicionado com o KNO3 é mais que suficiente. Se a minha assertiva estivesse errado, então as Microsorums pteropus deveriam tornar-se negras.

A Hygrophila polisperma é uma planta que consome prioritariamente K. Eu li que é proposta para ser usada como um bioindicador da falta de K. Isso é um erro, a absorção de K com esta planta no seu aquário se torna volumoso.

Você pode colocar esta planta só com água e sulfato de potássio que ela vai crescer bem.


d) Carbonatos de Ca, K e Na (*Cálcio, potássio e sódio)

Há um problema de difícil solução sobre a adição de carbonato para a água de um aquário plantado. É quase intuitivo afirmar para adicionar potássio ou carbonato de cálcio ou bicarbonato.
No entanto, não devemos tomar a atenção para a quantidade total de K que estamos adicionando à água. Se adicionarmos fosfato de potássio, nitrato e carbonato ou bicarbonato, podemos estar facilmente adicionando algo como 50 PPM de K. Se nós acrescentarmos também sulfato de potássio, então a quantidade de K é muito alta. O K por si só não é um problema como o ferro que pode ser venenosos em concentrações elevadas, mas ele pode fazer com que o NO3 zere e que seria um problema.

Se nós não queremos adicionar tanto K, então a solução é combinar carbonatos e bicarbonatos de cálcio e sódio, a fim de manter todos eles em taxas aceitáveis.

Como já explicado no capítulo Ca / Mg, que deve ser cuidado com a quantidade de Ca adicionado se não quiser ter problemas com algas vermelhas ou GDA.
Por outro lado, uma discos e apistos são sensíveis ao Ca.

A razão para a adição de carbonatos na água está relacionada a evitar um colapso do buffer que evita que o PH caia muito.
Nasci em Buenos Aires, na Argentina. Vivemos além do Rio De La Plata, que nasce nos pântanos de Mato Groso no Brasil. A água da torneira tem 1,5 KH e quase nenhum Ca. Eu nunca tive problemas com este mito sobre o breackdown do buffer. Mesmo que o PH possa cair, isso não é uma queda interminável. Somente peixes de água dura e pH alto têm sérios problemas. Botia macracanta é um deles.

Não estou sugerindo para ter um pH 5.5 com nossos peixes, eu estou apenas tentando explicar que este não é um negócio tão grande.

Nós temos essa água muito macia e aquaristas tem usado com sucesso por décadas a aragonita para evitar esse colapso do buffer. Aragonita, areia de coral, é mais grossa que o carbonato de cálcio normal que podemos comprar. A vantagem disso é que a água não se tornará branca e aliado as suas propriedades de baixa solubilidade, o CO2 a dissolve lentamente quando esta é necessário e nada mais.

Nós só precisamos de uma pequena quantidade de aragonita em nosso filtro.

e) Fe (*Ferro)

O MCD Funciona com apenas 0,1 PPM de Fe por semana.

O PPS e o EI usam níveis mais elevados de Fe. O Fe reduz o potencial redox e que poderia ser útil se você tem muito enxofre na água. Por outro lado, se você tiver ambos, PO4 e elevadas concentrações de ferro, eles se tornarão fosfato de ferro.

Há muito debate sobre se as plantas conseguem absorver ou não. Não faz qualquer diferença. Você pode saber quanto Fe suas plantas estão absorvendo se adicionar 0,025 PPM dia até ter algas. Acredito que isso não é necessário, mas você pode fazê-lo se você se sentir com vontade. As algas que florescem por ferro podem ser paradas com o protocolo KNO3 genérico, mas você vai precisar carbono orgânico para eliminá-las.

No entanto, acredito que o melhor é adicionar PO4 e Fe em dias alternados. Na minha experiência, 0,1 PPM de Fe é suficiente. De qualquer forma, suas plantas vão dizer se você realmente precisa de mais.

Eu sei que é um fato que você pode ter níveis mais elevados de Fe em seus tanques, sem algas, mas também sei que este é menos estável e não há necessidade para isso. As plantas não vão começar a passar fome se você adicionar Fe de uma forma mais eficiente.

Mas é tudo uma questão de foco, não misture métodos. Você pode adicionar menos Fe só se você adicionar menos PO4. Como eu expliquei antes, é tudo sobre os desequilíbrios em vez de falta ou excesso.


VI. ALGAS abordagem de controle

OS DESEQUILÍBRIOS CONTROLADOS

Neste capítulo, vou descrever os protocolos (passos) que eu tenho usado com sucesso para o desequilíbrio do aquário à procura de GSA como um primeiro passo, e procurando um equilíbrio mais tarde, sem algas.

A. ALGAS VERDES

A.1. ÁGUA VERDE (*Green Water – GW)

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Isto não está muito claro por que essa alga floresce. Na minha experiência pessoal, ele sempre flores quando os níveis de KNO3 e Po4 estão em alta juntos. No entanto, parece que esta não é a única situação em que pode florescer. GW também é comum em aquários novos, podemos especular que o nitrito pode também ser um nutriente que essas algas usam.
Trocas de água não resolvem nada, geralmente ele só piora.
Para evitar GW o melhor é começar um novo aquário com um monte de plantas de crescimento rápido, e não necessariamente as que você quer ter.

Você pode resolvê-lo dosando por algum tempo Tetra Baktozym.

Um filtro UV é a melhor opção. Fazer uma troca de água de 50% antes de começar a usá-lo e no dia 7. Pare com a fertilização.


A.2. ALGAS VERDES FILAMENTOSAS

Esta alga está relacionado com amônia. Por favor, leia sobre isso no capítulo sobre a qualidade da água, a fim de identificar por que você tem de amônia em seu aquário.

PROTOCOLO

1. Primeiro dia, troca de água de 50%. Verificar se a água contiver amônia.
2. Não diminuir a luz.
3. Verificar os níveis de CO2, não assuma que é ok.
4. Adicione diretamente sobre as algas 1ml/10L de água oxigenada. Carbono orgânico também é uma opção, mas como a água oxigenada somente resolve o sintoma, não o problema.
5. Pare a fertilização.
6. Adicionar 1 grama de KNO3 cada 200 litros diariamente.
7. Troca de água de 50% no dia 7.
Se você tem bastante camarões, eles podem facilmente limpar essa alga, mas eles não resolvem o desequilíbrio que causou. 1 camarões por litro pode limpar um tanque em dois dias. Esta é uma solução fácil se você já os tiver ou se eles são baratos. Onde eu vivo um saco com 200 deles custa algo como 2 dólares, eles são usados como alimento vivo.

A.3. Sp. ALGAS VERDES CURTAS

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Eu tinha essa algas entre a venda de meu cânister velho e o recebimento do novo. O aquário tem um monte de Echinodorus e apenas algumas plantas de crescimento rápido. Assim que o novo filtro tinha uma semana de funcionamento e eu adicionei mais plantas, essa alga desapareceu.

A.4. ALGAS PONTOS VERDES (GSA)

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A GSA está relacionada a um desequilíbrio entre PO4 e NO3. Essencialmente não há PO4.

PROTOCOLO:

1. Primeiro dia trocar 50% da água.
2. Continue adicionando KNO3.
3. Limpe os vidros da GSA diariamente.
4. Adicionar diariamente 1 grama de PO4 para cada 2.000 litros, até parar de aparecer GSA.
5. Assim que você chegar a este ponto, ou no sétimo dia, trocar 50% da água.
6. Se a GSA não parou de florescer na primeira semana, após o troca de água passar a adicionar o dobro da dosagem de KNO3 durante a segunda semana e assim por diante.

A.5. CLADOPHORA

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Esta alga está relacionada a um desequilíbrio entre a luz e CO2.
Você deve verificar se o CO2 é o suficiente. Leia o capítulo CO2 para descobrir como chegar ao máximo que você pode adicionar sem o risco de sufocar a fauna. Se não houver nenhuma maneira de adicionar mais CO2, o que deve diminuir a luz. Isso é incomum e só acontece quando você usa luz natural no horário de verão.
Você pode usar o carbono orgânico para matar esta algas, 4 vezes a dose recomendada.
Se você tem um tanque de camarões e você não quer arriscar-los adicionando mais CO2, você deve compensar usando carbono orgânico e Co2.
Riccia, Egeria densa e Hemianthus micrantemoides sofrem muito com uma overdose de carbono orgânico.
PROTOCOLO

1. Verifique o nível de CO2.
2. Use o protocolo KNO3 genérico.
3. Adicione 4 vezes a dose recomendado de carbono orgânico


B. BGA: CIANOBACTERIA (OSCILLIOTA SPLENDENS)

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As cianobactérias estão relacionadas a um desequilíbrio entre NO3 e PO4. Sempre significa que há PO4 demais, isso pode acontecer quando não há NO3.

Se você tem discos, a questão provavelmente é PO4 demais.
Se o aquário tem um carpete de Glossostigma elatinoides então o problema provavelmente é a falta de NO3.

As cianobactérias podem ser mortas da mesma maneira que as bactérias. Você pode adicionar ela com uma seringa sem agulha 1ml/10litros de peróxido de hidrogênio, ou um complemento de carbono orgânico uma vez por dia. Eritromicina pode ser usado apenas quando você tiver ciano demais. (* mas no Brasil está difícil conseguir, devido à restrição de venda de antibióticos)

PROTOCOLO 1.

Pequenas quantidades de ciano, provavelmente causada pela falta de NO3. Isso geralmente acontece quando você tem Glossostigma elatinoides ou muitas plantas de crescimento rápido.:

1. Use o protocolo genérico KNO3.
2. Sifone as cianobactérias ou use o peróxido de hidrogênio.

PROTOCOLO 2

1. Use o protocolo genérico KNO3, mas acrescentando o dobro da quantidade de KNO3.
2. Faça um black-out no tanque por 3 dias.
3. Após os 3 dias, inicie novamente o protocolo genérico KNO3 com a quantidade padrão de KNO3 até chegar a GSA.

PROTOCOLO 3

1. Use o protocolo genérico KNO3, mas acrescentando o dobro da quantidade de KNO3.
2. Faça um black-out no tanque por 3 dias.
3. Adicionar 500 mg de Eritromicina a cada 100 litros uma vez por dia.
4. Após os 3 dias, inicie novamente o protocolo genérico KNO3 com a quantidade padrão de KNO3 até chegar a GSA.

C. ALGA POEIRA VERDE (GDA) (* GREEN DUST ALGAE)

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Há muita confusão sobre essa alga. O EI sugere que você deve esperar que o ciclo de vida dessa alga termine (3 semanas).
No entanto, um amigo meu esperou por seis meses, a foto é de seu tanque.
Eu testei a água e eu descobri desequilíbrios complexos relacionados com 1) Ca: Mg, muito Ca e 2) NO3: PO4, muito PO4.
Três dias mais tarde, depois que nós acertamos estes desequilíbrios o problema foi resolvido.


PROTOCOLO:

1. Use o protocolo genérico KNO3 mais:
2. Limpar os vidros todos os dias até GDA não aparece mais.
3. No futuro, você deve usar uma relação Ca: Mg de 1:4.
4. Se você adicionar PO4, leia o capítulo de fertilização sobre o PO4.
5. Leia o capítulo sobre a qualidade da água da torneira e o excesso de PO4 e Ca.

D.1. RODOPHYTA SP-1

Esta alga está relacionada a um excesso de Fe.

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1. Use o protocolo genérico KNO3 mais:
2. Adicionar diretamente sobre as algas, com uma seringa sem agulha 1ml/10L de água oxigenada. Complementos de carbono orgânico também ajudam, numa dosagem 4x a indicada.
3. No futuro, você deve adicionar 1 / 3 do Fe que você estava usando.

D.2. RODOPHYTA SP. 2

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Esta alga está relacionada a um desequilíbrio complexo onde há muita Ca em relação ao Mg e há um excesso de Fe também.

1. Use o protocolo genérico KNO3 mais:
2. Adicionar diretamente sobre as algas, com uma seringa sem agulha 1ml/10L de água oxigenada. Complementos de carbono orgânico também ajudam, numa dosagem 4x a indicada.
3. No futuro, você deve adicionar 1 / 3 do Fe que você estava usando.
4. No futuro, alterar a relação Ca: mg. Por favor, leia o capítulo de fertilização sobre Ca: Mg.

D.3. RODOPHYTAS SP. 3

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Esta alga está relacionada a um desequilíbrio entre Ca: Mg onde há Mg demais.
Se você tiver mármore em seu aquário, você deve removê-lo.

1. Use o protocolo genérico KNO3 mais:
2. No futuro, reduzir a quantidade de Mg que você está adicionando.

D.4. RODOPHYTA LEMANEA (BBA): (*PETECA)

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A falta de CO2 e Ca estão relacionados com esta alga. Às vezes, um KH alto é a causa.

1. Use o protocolo genérico KNO3 mais:
2. Verifique KH, eventualmente, reduzir o KH usando água RO (* Osmose reversa ou deionizada).
3. Verifique o CO2. Leia o capítulo sobre CO2.

D.5. RODOPHYTA SP. 5

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Esta alga está relacionada a um desequilíbrio entre NO3: PO4 onde há um excesso de PO4 e falta de CO2.

1. Use o protocolo KNO3 genéricos mais:
2. Verifique o KH, eventualmente, reduzir o KH usando água RO.
3. Verifique o CO2. Leia o capítulo sobre CO2.
4. Parar de adicionar PO4, leia sobre o PO4 no capítulo fertilização.

E. DIATOMÁCEAS

Aumente a sua luz !!!!!! Não desperdice o seu tempo tentando remover silicatos.

F. ALGAS FILAMENTOSAS MARRONS

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Esta alga está relacionada a um excesso de enxofre. Isso normalmente acontece quando a água da torneira já contém muito enxofre (*sulfatos).

1. Use o protocolo KNO3 genéricos mais:
2. Tentar obter uma análise de água da empresa fornecedora de água.
3. Reduzir ou eliminar o uso de sulfatos (potássio, Mg, etc.)

G. algas diferentes ao mesmo tempo

Você deve escolher o pior e começar a trabalhar sobre ela. Ciano é a pior sempre, pois mata as plantas.
Se você atingir as condições químicas para a GSA, isso vai ajudar você a começar a encontrar um equilíbrio a longo prazo.

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Espero que este trabalho possa ser útil para você. Eu estou neste hobby há 28 anos. Quando eu comecei a usar os métodos mais populares de fertilização e havia problemas sem uma solução clara, eu comecei a procurar uma maneira de desfrutar do meu aquário sem algas. Este trabalho é o meu feedback e os comentários de centenas de pessoas que me ensinam muito com o seu / suas experiências durante os últimos 5 anos em http://www.drpez.net.

Obrigado

Christian Rubilar
"Não entre em pânico" - Guia do mochileiro da galáxia