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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Calopsitas - Sites muito bons!

Segue uma lista de sites muito bons sobre calopsitas:

Calopsitas - Alimentação

Calopsitas



 


A alimentação das Calopsitas deve ser bem observada, sobretudo em época de posturas. Abaixo seguem orientações.
20% de alpiste, 50% de painço, 15% de arroz com casca, 10% de aveia e 5% de girassol miúdo. Deixar nos alimentadores para ser consumido conforme necessidade da ave. Atualmente se encontram alimentos prontos a granel (por quilo) ou em pacotes fechados, de diversas marcas. Estes alimentos, via de regra, possuem a constituição acima adicionada de algum(ns) ingrediente(s) variando de fabricante para fabricante. A granel podem ser encontradas rações para periquitos ou calopsitas (embora esta última seja mais difícil de ser encontrada). Atualmente podem ser encontrados alimentos extrusados prontos para estas aves.. Estes alimentos extrusados contém prebióticos que ajudam na saúde das aves. Também existem alimentos extrusados preparados especialmente para as épocas de reprodução, muda e estresse das aves. Note que nem todas as aves aceitam prontamente alimentos extrusados devendo haver uma transição programada ou misturada à ração normal.
Alpiste
Alpiste
Aveia
Aveia
Girassol
Girassol
Painço
Painço
Arroz com casca
Arroz com casca
Não é aconselhável fornecer apenas um tipo de semente. Além de causar carência nutricional alguns alimentos com porcentagem mais elevada ( ex: aveia ) podem causar distúrbios gástricos, diarréias e outros problemas. A utilização das porcentagens acima garante a melhor taxa de aproveitamento x necessidades das aves.
Farinhadas. Estas farinhadas podem ser feitas em casa ou compradas prontas em pet shops. Em casa é normalmente feita com ovo cozido normalmente amassado com fubá. Alguns criadores misturam Neston nesta farinhada caseira. Porém deve ser obrigatoriamente retirada após algumas horas para não estragar e afetar as aves. As farinhadas comerciais têm um período de validade maior visto serem desidratadas.
Frutas e legumes em pedaços e verduras como espinafre, chicória, brócolis, almeirão e couve, bem lavados (2 a 3 vezes por semana). Também podem ser fornecidas folhas de beterraba.
Não forneça alface ( pode ocasionar diarréia) . Não é aconselhável fornecer tomate, beringela e abacate.
Milho verde (diariamente ou em dias alternados. Caso haja filhotes fornecer diariamente!). O milho verde é muito importante para a saúde de uma calopsita. Grãos germinados de girassol, milho seco, painço, aveia com casca, trigo e arroz sem casca. Também pode ser fornecido grão de bico após deixar de molho para amaciar. Pão duro, seco e em pedaços de preferência o integral. Há criadores que fornecem os pães umedecidos. Mas nestes casos devem ser trocados após poucas horas no máximo. Areia grossa e lavada e farinha de ostras para ajudar na digestão e como fonte de cálcio (principalmente na reprodução); Carvão vegetal em pedaços ou moído e adicionado à areia e à farinha de ostras; Osso de siba ( também conhecido como osso de baleia ) . Atualmente podem ser encontradas nas lojas especializadas compostos contendo areia lavada, farinha de ostras (ou ossos), carvão vegetal, erva doce ( conforme o fabricante há variação na composição ). Este tipo de composto é comumente denominado grit .
Filhotes comendo
Foto : Beatriz Fabel Milioli
Podem ser fornecidas também abóbora e cenoura cruas, cortadas longitudinalmente ( comprido ) de forma que o miolo fique mais exposto. Parece haver preferência da abóbora à cenoura. Ambas têm caroteno ( proto vitamina A ). A semente da abóbora funciona como vermífugo.
Encontram-se disponíveis também alimentos diversos apelidados de 'papa universal' . É um conjunto de elementos que varia de fabricante a fabricante. Alguns possuem em sua composição ovo em pó, farelo de soja, levedura seca de cerveja, farinha de conchas, premix vitamínico, óleo vegetal e outros.
Para alimentação de filhotes siga para o item CRIAÇÃO

Diamante Gold (Vídeo muito bom)

DIAMANTE GOLD



DIAMANTE DE GOLD



Com a beleza de suas cores vivas e bem definidas e o temperamento especialmente dócil, o Diamante de Gould é um dos pássaros preferidos para estimação.

TAMANHO: cerca de 12 cm.

CORES: Original - Cabeça: vermelha, preta ou laranja. Peito: violeta. Barriga: Amarelo-ouro. Manto: verde luminoso. Mutações - Cabeça: amarela ou cinza. Peito: branco, rosa ou azul. Barriga: creme. Manto: amarelo, cinza claro, azul etc.

INSTALAÇÕES: Que permitam banho de sol e em local com algum resguardo. Gaiola - para 1 casal, ao menos 60 cm de comprimento x 30 cm de profundidade x 35 cm de altura. Viveiro - de alvenaria, com apenas a frente de tela, voltada para o Norte, com 3 m de comprimento x 1 m de largura x 2,10 de altura, piso de lage com 15 cm de espessura e tela de ½ polegada com fio 18.

ACESSÓRIOS: em gaiolas, 2 poleiros de 10mm de diâmetro, bem afastados e longe das laterais, para evitar danos às penas da cauda. Galhos de árvores são também uma boa opção, mais usados em viveiros. Ponha uma banheira para banho diário, que ajuda a manter a plumagem em boas condições. Deixe sempre à disposição um osso de siba para fornecimento de cálcio e areia mineralizada para ajudar na digestão.

ALIMENTAÇÃO: mistura das seguintes sementes: 25% de alpiste e 75% de painço e milheto, diariamente. Em dias alternados, verduras. Duas vezes por semana e na época de procriação, mistura de 20% de Farinha Láctea, 60% de Neston, 20% de farinha de rosca; acrescentar ovo cozido esfarelado. Para cada kg desta mistura acrescentar 4 colheres (sopa) de um suplemento nutricional como o ASA F1 e 3 de fosfato bicálcico. Na natureza alimenta-se de gramíneas, sementes, brotos de verduras, insetos adultos e em estado de larva e eventualmente de frutas e até polén.

IDENTIFICAÇÃO SEXUAL: o macho tem cores mais vivas principalmente no peito, a cauda central mais comprida. Faz o corte movimentando-se no poleiro, expondo as plumas e cantando. No período de acasalamento é comum o bico do macho tornar-se mais claro e o da fêmea mais escuro.

CRUZAMENTO: é totalmente desaconselhável cruzar ave recessiva com recessiva (cabeça laranja ou peito branco ou manto azul), pois diminui o tamanho dos filhotes, que ficam mais sucetíveis a doenças e podem nascer com problemas genéticos. Cruze o recessivo com um dominante que seja filho de recessivo.

REPRODUÇÃO: A partir de 10 meses a fêmea bota de 5 a 8 ovos que eclodem após 15 a17 dias. Se não botar pode ser por mudança freqüente da gaiola de lugar; pela fêmea ser jovem ou velha demais, por falta de interesse do macho (vê-se quando não corteja a fêmea). Para tentar interessá-lo, separe-o da fêmea por 1 mês. Quando os filhotes ficam independentes, aos 45 a 50 dias, separe-os dos pais ou da ama para iniciar nova postura. Após 3 posturas dar descanso de 1 mês ao casal, totalizando 6 posturas por ano quando a mãe não choca (usa de ama). Quando a fêmea também choca, fazer só 3 posturas seguidas, por ano. Usar ninho de madeira de 20 (compr.)x14x14cm, com divisória de 4,5cm de altura, formando 1 ambiente para os ovos (13x14) e outro (7x14) para os primeiros passos dos filhotes. Neste último fica a porta, redonda, na parte superior. A tampa deve ter 3 furos em cada extremidade, para melhor circulação do ar. Como forração forneça grama japonesa ou raízes de capim. Sensível às inspeções no ninho: fazê-las ao entardecer.


Roberto Silva

Fonte: http://avil_gold.sites.uol.com.br/